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Câmara sedia reunião entre Jovens Empreendedores e polícias Civil e Militar
 
Reunião entre AJE e Polícias Civil e Militar


>>14/12/2017

Discutir questões sobre a segurança no município foi o alvo da reunião.

 

Na manhã desta quinta-feira (14), membros da Associação de Jovens Empreendedores de Três Lagoas – AJE se reuniram com os comandantes das polícias Civil e Militar, Del. Rogério Fernando Makert Faria e Ten. Cel. James Magno Morais Silveira, respectivamente. A reunião aconteceu no gabinete do vereador André Bittencourt, que articulou o debate.

O delegado Rogério começou apresentando dados sobre a Polícia Civil no município, ressaltando que o principal problema que enfrentam é a falta de contingente. “Isso afeta consideravelmente a qualidade do atendimento. São 13 escrivães para mais de 1000 inquéritos”, afirmou Rogério.

James Magno também falou do contingente reduzido no 2º Batalhão da Polícia Militar para atender a demanda três-lagoense. “Mesmo assim, de janeiro a novembro deste ano, foram realizadas 2.922 escoltas, a Inteligência da polícia foi responsável por 323 mandatos de prisão, a patrulha rural apreendeu seis toneladas de maconha. Além disso, nosso batalhão também é responsável por outras cidades, como Selvíria, Brasilândia e Água Clara”, apresentou o tenente coronel.

Afirmando que vai intensificar o policiamento nos próximos dias, devido ao grande movimento no comércio por causa do Natal, James Magno fez algumas sugestões aos comerciantes: “nossa inteligência verificou a fragilidade dos estabelecimentos comerciais, facilitando a ocorrência de crimes, como deixar mercadorias nas calçadas ou vitrines fáceis de serem violadas”.

Para aumentar o contingente, Rogério e James citaram sobre concursos públicos que estão programados para o ano que vem. “Porém, o número de vagas é para o Estado. Não sabemos quantos serão encaminhados para o município”, afirmou Magno. Bittencourt enfatizou que a Câmara vai lutar para que esse número seja alto, do nível e do porte que Três Lagoas necessita.

“A sociedade está doente. A polícia é o antibiótico. O que temos que pensar é a causa da doença para poder eliminá-la”, ressaltou Rogério. “Mas essa é uma mudança cultural, para a próxima geração”, completou Bittencourt. A recente audiência das drogas foi uma iniciativa pra isso, assim como várias outras. Os membros da AJE então concluíram que precisam pensar em se organizar para uma atuação macro no município para resolver a questão da violência.



 
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